A Flying Content é uma fábrica de formatos audiovisuais para TV, digital e conteúdos imersivos. Desenvolvemos a arquitetura narrativa que cada projeto precisa.
O que fazemos
Projetos
Uma seleção de formatos criados ao longo de mais de 35 anos de experiência audiovisual.
Concluídos · 08
O primeiro projeto multiplataforma da televisão brasileira — e a primeira indicação da TV Globo na categoria de jornalismo digital do Emmy. Apresentado na COP 15 em Copenhague.
A primeira inversão real do fluxo televisivo: conteúdo digital migrando para a TV, não o contrário. Uma referência que está no ar até hoje.
Sobre
A Flying Content foi fundada em 2015 em Nova York, durante uma Fellowship de jornalismo empreendedor na CUNY. O foco original era conteúdo baseado em geolocalização e personalização — premissas que pareciam experimentais então e que a inteligência artificial está provando certas agora. Ao longo dos anos o foco mudou. Hoje a Flying Content é uma fábrica de formatos audiovisuais. Mas o projeto central nunca mudou: é o instrumento pelo qual eu crio.
Sou jornalista com mais de 35 anos de experiência audiovisual. Trabalhei no SBT, na CBS em Miami, na Reuters e por mais de 15 anos na TV Globo. Em cada um desses lugares criei formatos — porque é o que faço, independentemente de onde estou. Na Globo desenvolvi quadros no Fantástico e no Jornal Hoje, dirigi o Madrugames, o primeiro programa de videogames da emissora, e criei o G1 em 1 Minuto, que está no ar até hoje. O Globo Amazônia, projeto multiplataforma que coordenei, foi finalista do Emmy Digital e apresentado na COP 15 em Copenhague.
Sou doutorando na Universidade Nova de Lisboa, pesquisando distribuição de conteúdo imersivo. Essa pesquisa alimenta diretamente os projetos que desenvolvo aqui — Cidade Afundada é ao mesmo tempo um documentário e um caso de estudo sobre como narrativas imersivas chegam ao público.
Em parceria com Me Explica e Dois Neguin.
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